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Speaking of myself freely

E isso é porque raramente desisto das pessoas. Sou assim, essa trouxa irremediável, que ama a todos como se nunca houvesse sido machucada.

Essa adorável besta que desleixadamente encanta a todos e depois se vai, como se não tivesse deixado rastro do perfume de flor que tanto adora.

29/01/2013
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Ei amigo, por onde andas?
Sinto falta da sua voz chata
E de ouvir novas bandas.

Quem mais vai me dizer
Tudo aquilo que não quero ouvir?
Aquele que vai me maldizer
Na minha frente.

Aquele que vai me chamar de vadia
Que vai me chamar de tia

03/01/2013
Estou me cansando de você.
Já não tenho mais paciência e pouco tolero os pequenos descuidos - que parecem a cada dia mais frequentes.
Descuido. Essa parece ser a palavra chave. O sentimento está tão egocentralizado que não mais consegue ver que ele - o sentimento - já não faz outra coisa a não ser satisfazer a si mesmo. A via é de uma mão.
Já não aguento mais ficar sozinha - mesmo quando estou contigo. Temo que prefira ficar sozinha de verdade à uma meia companhia. Dividida entre lazer, obrigações e o restinho que me sobra.

27/03/2014

Cansada [antigos]

E cada dia me sentindo mais distante das pessoas que amo. Não somente no sentido físico - que no momento é irremediável - mas sentimentalmente. Sinto que vamos nos distanciando a cada coisa simples que não é feita, que não é dita... A cada falta de atenção dada. A cada sumiço inesperado. Cansada.

18/06/2014